quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA VIDA DAS PESSOAS E NO CONTEXTO ESCOLAR[1]


 

 

 

Comunicar-se é essencial para a vida em sociedade. Desde os tempos primórdios, o homem buscou formas diferenciadas de estabelecer comunicação entre os seres de sua espécie. Pinturas rupestres em cavernas, desenho de símbolos, as letras e a fala são algumas formas que o ser humano desenvolveu ao longo da história para comunicar-se. Graças aos nossos antepassados, que foram aprimorando as maneiras de estabelecer comunicação, que hoje conhecemos diversas línguas – faladas e escritas – que utilizamos no dia a dia.

Hoje, várias são as formas de comunicação. As mais básicas são a comunicação oral, na qual utilizamos a fala e sons para manter um dialogo; e a comunicação escrita, que utilizamos símbolos (letras) para passar nossa mensagem ao outro. Ainda temos a comunicação corporal, que utiliza-se de expressões faciais, gestos e posturas; a comunicação eletrônica, que utiliza de tecnologias como rádio, televisão e internet; e a comunicação impressa, que surgiu com a impressão da Bíblia.

Comunicação não é qualquer sinal diferente que percebemos. Por exemplo, quando o céu fica escuro, sabemos que irá chover, contudo isso não é considerado comunicação. Para que ocorra comunicação é necessário que exista um emissor – aquele que inicia a comunicação -, uma mensagem a ser transmitida e um receptor – a pessoa que recebe essa mensagem. A comunicação pode ser considerada um ato social. É através dela que as sociedades surgiram e se mantém, pois ela nos insere em um contexto de troca, contato, ligação, diálogo e convívio.

A escola, juntamente com a família, tem o dever de inserir a criança na comunicação escrita. Ao chegar no ensino fundamental, a criança já domina a comunicação oral e, normalmente, a corporal; neste período começa a alfabetização, processo o qual desenvolve a escrita e a leitura, possibilitando a criança participar ativamente dos mais variados tipos de comunicação que a sociedade tem. Outro dever da escola é mostrar aos estudantes, fazendo com que identifique e interpretem os diferentes gêneros textuais, que tem importante papel na comunicação.

Gêneros textuais são os mais diversos tipos de texto que utilizamos para que uma mensagem seja transmitida com sucesso ao receptor. Podemos citar as receitas, propagandas de televisão, rádio, etc.; blogs, e-mail, textos dissertativos, notícias, bulas de remédio, resenha, resumo, entre outros.

Fazer com que o aluno reconheça estes tipos de comunicação e saiba usá-los de forma correta, é papel da escola na busca de uma educação de mais qualidade, pois sem comunicação não existe interação social e a escola tem o principal dever de inserir a criança no convívio social e humano.

Ângela Balz, Pós-graduanda em Educação Interdisciplinar, FAISA Faculdades.

Luciane Sippert, Pós-graduada em Ensino-aprendizagem de línguas e Mestre em Educação, Docente na FAISA Faculdades.



[1] Texto produzido na disciplina de Comunicação em Contexto Interdisciplinar, do Curso de Pós-Graduação em Educação Interdisciplinar, da FAISA Faculdades.

IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO NA VIDA DAS PESSOAS E NA ESCOLA[1]


 

 

A vida em sociedade só é possível através de um processo social básico chamado comunicação, pois é através dela que os seres humanos fazem trocas e realizam todo e qualquer intercâmbio. A comunicação pode ser considerada a base do relacionamento interpessoal e da economia, pois ela rege todas as relações humanas.

Todo mundo sabe o que é comunicação, mas ninguém sabe defini-la com precisão, entretanto é de suma importância que saibamos que o ato de comunicar (algo) ou de comunicar-se (com alguém) sempre será necessário e estará presente em nossas vidas.

Existem vários tipos de comunicação, porém a mais típica delas é a comunicação verbal oral, pois é através dela que o homem mantém relações sociais com as outras pessoas.

Podemos tratar a comunicação como um fenômeno concreto e objetivo que só ocorre quando um ser A consegue transferir uma informação para um ser B, e para que isso ocorra, é necessário que, estejam envolvidos três elementos básicos: um emissor, uma mensagem e um receptor.

Cinco grandes etapas marcam o caminho percorrido e a evolução da comunicação humana até o presente. São elas: Comunicação corporal; Comunicação oral; Comunicação manuscrita; Comunicação impressa; Comunicação eletrônica.

O homem foi aprimorando com o tempo essas formas de comunicação, entretanto, utiliza-as até hoje.

A história da comunicação resume-se em: corpo, fala, escrita, imprensa e telecomunicações e essas diversas formas não surgiram para substituir as mais antigas, mas de certo modo, para completar, se apoiar umas nas outras, influenciando-se e se integrando.

Entende-se que a comunicação é importantíssima em nossa vida, pois através dela é que podemos nos relacionar socialmente.

Na escola, a comunicação é a ferramenta básica para todas as situações, pois é através dela que os professores, funcionários e alunos conseguem se relacionar e transmitir todas as informações necessárias para que ocorra uma aprendizagem significativa para a educação. Portanto, a comunicação é de suma importância em qualquer situação, tanto em nossas vidas, quanto na escola, principalmente para que ocorra a interdisciplinaridade de maneira correta.

 

 

 

Kerli Nunes Figueiredo, Pós-graduanda em Educação Interdisciplinar, FAISA Faculdades.

Luciane Sippert, Pós-graduada em Ensino-aprendizagem de línguas e Mestre em Educação, Docente na FAISA Faculdades.



[1] Texto produzido na disciplina de Comunicação no Contexto Interdisciplinar, do Curso de Pós-Graduação em Educação Interdisciplinar FAISA Faculdades.

domingo, 4 de novembro de 2012

FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DA ESCOLA ESTADUAL RUI BARBOSA, EM CORONEL BICACO


 
No dia 17 de outubro, trabalhei com os professores da Escola Estadual Rui Barbosa, o tema “Leitura e Escrita: compromisso de todas as áreas”, durante a palestra procurei reforçar a ideia de que ler e escrever, por suas particularidades formais e funcionais, são competências mais especificamente desenvolvidas no ambiente escolar, sendo de responsabilidade de todos, considerando que: a leitura e a escrita perpassam toda a produção de conhecimento (e sua (re)construção) em todas as disciplinas e suas práticas pedagógicas; o desenvolvimento das capacidades de leitura dos alunos supõe conhecimentos específicos (das várias disciplinas) que muitas vezes o professor de português não possui; e em diferentes disciplinas circulam  gêneros, cujo domínio pode favorecer os processos de compreensão e produção de textos. Consequentemente, os alunos que tiverem um bom domínio da leitura e da escrita se sairão bem em todas as outras áreas do conhecimento.

Na oportunidade, também destaquei que os alunos darão o devido valor a leitura e a escrita quando sentirem a necessidade destas para sua participação na sociedade atual, considerada sociedade do conhecimento. Assim, foram também trabalhadas algumas possibilidades metodológicas para encantar e envolver os alunos com o mundo da leitura e da escrita, que representa um dos maiores desafios da educação. Foi maravilhoso trabalhar com estes educadores que estão dispostos a fazer a diferença na educação!

 















ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA VOLTADO À FORMAÇÃO DE UM ALUNO LINGUISTICAMENTE COMPETENTE[1]


 

Irinês Zorzo[2]

Luciane Sippert[3]

 

 

            As transformações ocorridas no mundo do trabalho remetem ao processo de globalização da economia em um mundo cada vez mais impactado pelo avanço científico-tecnológico. Tais transformações aos poucos vão influenciando os processos educativos, cujas características apontam para um novo paradigma de educação: pedagogia de competências.

            A rapidez com que evolui o conhecimento faz da educação o principal fator de promoção das competências, assumindo centralidade nas questões relacionadas à formação humana na sua totalidade, contemplando as dimensões físicas, emocionais, culturais, cognitivas e profissionais.

            Os conteúdos referenciais definidos para um currículo e o tratamento que a eles deve ser dado assumem papel relevante, uma vez que é basicamente na aprendizagem e no domínio desses conteúdos que se dá a construção e a aquisição de competências.

            Nessa perspectiva, valoriza-se uma concepção de instituição educacional voltada para a construção de uma cidadania crítica, reflexiva, criativa e ativa, de forma a possibilitar que os/as estudantes consolidem suas bases culturais permitindo identificar-se e posicionar-se perante as transformações na vida produtiva e sociopolítica.

            Nos anos iniciais do ensino fundamental, o estudante estabelece interações entre a língua que fala em seu cotidiano e a língua ensinada pela escola, formulando hipóteses sobre suas diferenças e usos, principalmente no domínio da língua que se escreve. Nos anos finais, ele deve observar a língua como objeto de estudo e referencial cultural, analisando o discurso do outro em relação ao seu próprio discurso e vice-versa.

            O desenvolvimento da competência linguística do estudante no ensino fundamental – anos finais – está pautado na construção de referenciais básicos para refletir sobre a língua que ele fala-ouve-lê-escreve com a finalidade de saber explicá-la para poder usá-la em diferentes situações de comunicação. Gradativamente ele vai-se apropriando de procedimentos de análise e reflexão, ou seja, adquirindo uma consciência linguística dos usos da língua e de sua diversidade por meio da compreensão de padrões gramaticais, textuais, estilísticos e de uma metalinguagem construída teoricamente para explicá-los.

            Os conteúdos do ensino fundamental priorizam os processos de usos da língua em situações de leitura (compreensão, análise e interpretação) e de produção de textos falados e escritos, sendo a reflexão sistematizada sobre o texto, um instrumento para compreender esses processos.

            A língua é um referencial de pensamento e de ação e bem se sabe que as diferenças sociais perpassam o seu domínio e uso. Dominá-la significa reconhecê-la como um poder simbólico para argumentar, confrontar opiniões, expressar o pensamento em diferentes contextos sociais.

            As habilidades retomam o currículo do ensino fundamental – anos finais – para Língua Portuguesa contemplando os cinco principais grupos de estudo da área que se interligam por princípios gerais – letramento e diversidade. Os grupos de estudo são comuns para todos os anos do ensino fundamental e também do médio: Oralidade e expressão; Leitura; Conhecimentos literários; Conhecimentos linguísticos; Produção de textos escritos.

            A integração entre as disciplinas e as áreas deve ser efetivada com o desenvolvimento de atividades mais globalizadas, envolvendo várias habilidades comuns e conectando conceitos e contextos, que deverão estar presentes no planejamento do professor. Nesse sentido, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, os Objetivos Gerais do Ensino da Língua Portuguesa passam a ser:

- Reconhecer que há uma valorização social da modalidade culta da língua, isto é, aquela empregada nas situações formais de comunicação.

- Desenvolver habilidade de leitura e produção de textos em função das necessidades da vida social.

- Desenvolver capacidade de estabelecer relações entre os diversos textos: aspectos históricos, sociais, políticos, econômicos e culturais (éticos, estéticos, afetivos).

- Servir-se, com propriedade, das convenções ortográficas da língua portuguesa.

            As aulas de língua portuguesa, nessa perspectiva, devem constituir-se em espaços privilegiados para o estudante verbalizar as suas diferentes representações sociais e culturais, e potencialmente sistematizar as identidades de grupos que sofrem processos de deslegitimação social. Conviver com as diferenças, reconhecê-las como legítimas e saber defendê-las em espaço público fará com que o estudante reconstrua sua cultura pela linguagem verbal.

            Na escola, a transposição didática desses estudos pode refletir o conservadorismo de determinados pontos de vista que nada possuem de teórico e são fundados no senso comum.

            O debate e o diálogo, as perguntas que desmontam as frases feitas, a pesquisa, entre outros, seriam formas de auxiliar o estudante a construir um ponto de vista articulado sobre a língua em estudo.

            Ao procurar compreender a língua e suas atualizações discursivas em textos, como sinônimos da comunicação humana, o estudante aprende a produzir textos para fins determinados.

            A aprendizagem do caráter produtivo da língua faz parte constante do controle sobre o texto que será elaborado. O fazer comunicativo exige formas complexas de aprendizagem. Deve-se reconhecer o quê e o como escrever, depois dessa análise reflexiva, tenta-se a elaboração, com a consciência de que ela será sempre provisória porque depende da avaliação do outro e de suas expectativas.

            Para que a aprendizagem do aluno favoreça a formação da sua cidadania e autonomia, os processos avaliativos devem ser sensíveis às diferenças que permeiam a sala de aula e o contexto socioeducacional, devendo, a prática avaliativa, facilitar o diálogo e a mediação entre as várias histórias de vida que a instituição educacional acolhe.

            Os conteúdos trabalhados na instituição educacional precisam ser abordados de forma que todos aprendam, cabendo aos professores a tarefa de viabilizar aprendizagens significativas, incluindo-se o desenvolvimento das habilidades, valores e atitudes. Consequentemente, a forma de ensinar e de avaliar os conteúdos permitirá ao aluno uma visão ampliada das diversas relações estabelecidas entre os componentes curriculares e as áreas do conhecimento, e da função que elas assumem na sua formação. Espera-se, portanto, que o processo de avaliação desvele ao aluno o que ele aprende e como ele aprende, para que o mesmo desenvolva a confiança em sua forma de pensar, de analisar e de enfrentar novas situações.

 

 



[1] Texto introdutório do Referencial Curricular de Língua Portuguesa, do município de Tucunduva.
[2] Professora de Língua Portuguesa do Município de Tucunduva.
[3] Professora que assessorou a elaboração dos Referenciais Curriculares de Língua Portuguesa, do município de Tucunduva.

domingo, 14 de outubro de 2012

SOU PROFESSOR...

John W. Schlatter conseguiu traduzir em palavras um pouco do que é ser professor, transcrevo abaixo a sua poesia:

Sou professor.
 Nasci no momento exato em que uma pergunta saltou da boca de uma criança. Fui muitas pessoas em muitos lugares.
Sou Sócrates, estimulando a juventude de Atenas a descobrir novas idéias através de perguntas.
Sou Anne Sullivan, extraindo os segredos do universo da mão estendida de Helen Keller.
Sou Esopo e Hans Christian Andersen, revelando a verdade através de inúmeras histórias.
Sou Marva Collins, lutando pelo direito de toda a criança à Educação.
Sou Mary McCloud Bethune, construindo uma grande universidade para meu povo, utilizando caixotes de laranja como escrivaninhas.
Sou Bel Kauffman, lutando para colocar em prática o Up Down Staircase.
Os nomes daqueles que praticaram minha profissão soam como um corredor da fama para a humanidade... Booker T. Washington, Buda, Confúcio, Ralph Waldo Emerson, Leo Buscaglia, Moisés e Jesus.
Sou também aqueles cujos nomes foram há muito esquecidos, mas cujas lições e o caráter serão sempre lembrados nas realizações de seus alunos.
Tenho chorado de alegria nos casamentos de ex-alunos, gargalhado de júbilo no nascimento de seus filhos e permanecido com a cabeça baixa de pesar e confusão ao lado de suas sepulturas cavadas cedo demais, para corpos jovens demais.
Ao longo de cada dia tenho sido solicitado como ator, amigo, enfermeiro e médico, treinador, descobridor de artigos perdidos, como o que empresta dinheiro, como motorista de táxi, psicólogo, pai substituto, vendedor, político e mantenedor da fé.
A despeito de mapas, gráficos, fórmulas, verbos, histórias e livros, não tenho tido, na verdade, nada o que ensinar, pois meus alunos têm apenas a si próprios para aprender, e eu sei que é preciso o mundo inteiro para dizer a alguém quem ele é.
Sou um paradoxo.
É quando falo alto que escuto mais.
Minhas maiores dádivas estão no que desejo receber agradecido de meus alunos.
Riqueza material não é um dos meus objetivos, mas sou um caçador de tesouros em tempo integral, em minha busca de novas oportunidades para que meus alunos usem seus talentos e em minha procura constante desses talentos que, às vezes, permanecem encobertos pela autoderrota. Sou o mais afortunado entre todos os que labutam.
A um médico é permitido conduzir a vida num mágico momento.
A mim, é permitido ver que a vida renasce a cada dia com novas perguntas, idéias e amizades.
Um arquiteto sabe que, se construir com cuidado, sua estrutura poderá permanecer por séculos.
Um professor sabe que, se construir com amor e verdade, o que construir durará para sempre.
Sou um guerreiro, batalhando diariamente contra a pressão dos colegas, o negativismo, o medo, o conformismo, o preconceito, a ignorância e a apatia.
Mas tenho grandes aliados: Inteligência, Curiosidade, Apoio paterno, Individualidade, Criatividade, Fé, Amor e Riso, todos correm a tomar meu partido com apoio indômito.(...) E assim, tenho um passado rico em memórias.
Tenho um presente de desafios, aventuras e divertimento, porque a mim é permitido passar meus dias com o futuro.
Sou professor... e agradeço a Deus por isso todos os dias.
Alunos de Administração e Ciências Contábeis - 2º sem./2012 
Disciplina de Metodologia da Pesquisa - Faisa Faculdades
Professora Luciane Sippert
 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

NOVO PARADIGMA EDUCACIONAL EXIGE MUDANÇAS METODOLÓGICAS E CONHECIMENTOS RELACIONADOS ÀS NOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO

O mundo está em constante transformação, assim também a educação com o passar dos tempos passou por inúmeras mudanças. Podemos destacar especialmente a metodologia de ensino que há tempos atrás era baseada na decoreba e a aprendizagem era sinônimo de memorização. A maioria dos conteúdos era trabalhada com um fim em si mesma, o professor era o único detentor do conhecimento que tinha como função transmitir informações, muitas vezes descontextualizadas da vida dos educandos. Atualmente, Vivemos um tempo caracterizado por mudanças constantes e velozes, muitas dessas relacionadas à evolução e disseminação das tecnologias da informática e da comunicação – TICs -, além do acúmulo de conhecimento, resultante de toda produção intelectual dos séculos passados e início deste século XXI. Essa desafiante realidade estimula o professor a estar aberto ao novo, a repensar e a ressignificar sua prática, bem como refletir sobre as novas competências necessárias para ensinar, especialmente sobre metodologias que envolvam a ludicidade, isto é, o prazer por aprender, bem como procurem tornar suas aulas e conteúdos trabalhados cada vez mais relevantes e significativos para a vida dos alunos.
Neste novo paradigma educacional, além de trabalhar conteúdos, o educador precisa ter a capacidade de perceber o que o aluno necessita em cada momento, envolvê-lo no processo ensino-aprendizagem, motivando-o a trabalhar, ajudando-o na superação de suas dificuldades, bem como se desafiando a aprender a trabalhar com as novas tecnologias da informação e da comunicação que estão sendo oferecidas neste momento histórico que estamos vivendo. Desta forma, o professor estará guiando o aluno na construção de seus instrumentos intelectuais e sociais, capacitando-o a tornar-se protagonista de sua aprendizagem e de sua história, ao mesmo tempo em que ensina também está continuamente aprendendo.
Luciane Sippert, Graduada em Letras, Especialista em Ensino-aprendizagem de Línguas e Mestre em Educação nas Ciências, professora do Estado do Rio Grande do Sul, Docente e Coordenadora de Extensão e do Curso de Educação Física da FAISA Faculdades, de Santo Augusto.